domingo, 18 de novembro de 2012

•¤° Cuco - Julia Crouch •¤°

Sabe aqueles livros que de deixa no suspense da primeira página até a última, esse foi o Cuco, um livro que me deixou bastante irritada pois faz você esperar pela reviravolta que nunca vem, e ao mesmo tempo eu não conseguia deixar de ler a cada página que eu virava eu queria mais, mais e mais. Às vezes eu ficava tão irritada que queria jogar o livro pela janela, mas obviamente não fiz isso ainda mais que eu precisava saber como iria acabar.
Eu já tinha feito um monte de teorias de como seria o final mas a autora realmente me deixou surpresa, na minha opinião achei ruim foi como levar um tapa na cara. Passei a maior parte da história zangada e com muita raiva de Polly a ''amiga'' da protagonista e a outra parte queria chacoalhar a Rose por ser tão cega com o que estava acontecendo em sua própria casa. Como não quero contar spoiler vou falar um pouco da história, nela conhecemos Rose, uma dona de casa cuja vida é perfeita: ela tem um marido adorável, um bebê saudável e uma filha muito amorosa.

Logo no começo do livro Rose recebe um telefonema de Polly, sua melhor amiga desde a infância, Polly diz a Rose que seu marido, Christos, morreu em um acidente de carro, deixando-a sozinha com dois filhos em um lugar que todo mundo a odeia.


 Rose, como uma grande amiga que é a convida para ficar com ela durante o tempo que precisa para se estabelecer novamente já que estava na Grécia. Gareth, marido de Rose, não gosta da idéia, pois ele não gosta de Polly. Assim quando Polly chega, Rose faz de tudo para agradá-la devido ela estar de luto. Um dia eles saem para se distrair com as crianças e Polly vai junto, e aí que começa tudo a desmoronar para Rose, Polly que estava cuidando do bebê de Rose por acaso deixa o bebê engolir alguns anti-depressivos o que faz com que Rose fique no hospital com Floss durante uma semana e quando volta tudo está mudado





SinopseSeu primeiro erro foi convidá-la a entrar...

Polly é a mais antiga amiga de Rose. Então quando ela liga para dar a notícia que seu marido morreu, Rose não pensa duas vezes ao convidá-la para ficar em sua casa. Ela faria qualquer coisa pela amiga; sempre foi assim.
Polly sempre foi singular — uma das qualidades que Rose mais admirava nela — e desde o momento em que ela e seus dois filhos chegaram na porta de Rose, fica óbvio que ela não é uma típica viúva. Mas quanto mais Polly fica na casa, mais Rose pensa o quanto a conhece. Ela não consegue parar de pensar, também, se sua presença tem algo a ver com o fato de Rose estar perdendo o controle de sua família e sua casa.

Enquanto o mundo de Rose é meticulosamente destruído, uma coisa fica clara: tirar Polly da casa está cada vez mais difícil.

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